Por THEDIANO BASTOS
Como sabemos,
o lulopetismo nunca teve projeto para o Brasil, mas projeto de poder, com benesses
como bolsa família, vale gás, pé de meia, etc. não pensando em dar renda, mas
manter o eleitorado cativo.
Enquanto a China desenvolve
baterias gigantes e trens de levitação magnética, o Brasil ainda não conseguiu
tirar do papel o trem-bala entre São Paulo e Rio...
A
China é líder mundial em tecnologia de trens de levitação magnética (Maglev),
com trens operacionais a 431 km/h em Xangai e protótipos de alta
velocidade testados a 600 km/h, sem rodas, flutuando sobre trilhos. Projetos
futuros como o "T Flight" visam superar 1.000 km/h ou até 2.000 km/h
em tubos de vácuo, conectando cidades em tempos recordes.
Maglev
de 600 km/h: Desenvolvido para conectar grandes metrópoles como Pequim e
Xangai, este trem utiliza forças magnéticas para eliminar o atrito.
Parada por 40 anos, ferrovia de 1.757
quilômetros recebe R$ 5 bilhões em dois aportes seguidos, reabre canteiros no
sertão, inicia operação parcial no Piauí e promete reduzir em até 60% o frete
de soja e minério, e conectar o interior mais pobre do Brasil ao mercado
internacional pela primeira vez com infraestrutura competitiva
A obra busca conectar o interior do
Nordeste aos portos de Pecém (CE) e, posteriormente, Suape (PE), visando
reduzir o custo do frete na região. A construção da ferrovia Transnordestina,
frequentemente citada em debates sobre infraestrutura devido aos seus longos
atrasos, completou 20 anos de início oficial de obras em 2026, com uma
trajetória marcada por sucessivas paralisações, mudanças de escopo e aumento de
custos.
Atualmente,
não há trens de alta velocidade operando no Brasil; a maioria dos trens de
passageiros funciona abaixo de 100 km/h. O recorde histórico de 164 km/h foi
atingido em 1989 em São Paulo. O futuro trem Intercidades (TIC), previsto
para 2031, será o mais rápido, atingindo 140 km/h entre São Paulo e Campinas
Situação Atual da Transnordestina (Abril
2026):
- Retomada
e Investimentos: Após períodos de paralisação,
as obras foram retomadas e a ferrovia recebeu novos aportes, totalizando
cerca de R$ 5 bilhões em investimentos recentes para avançar com os
canteiros de obras no sertão.
- Andamento
da Obra: Cerca de 727 quilômetros de
trilhos já foram concluídos, com outros 326 km em obras, segundo a Transnordestina
Logística S.A. (TLSA). O avanço físico global da Fase 1 está em
torno de 80% a 81%.
- Fase
1 (Piauí ao Pecém-CE): A previsão é que o trecho
de Paes Landim (PI) até o Porto do Pecém (CE) seja concluído em 2027.
- Trilhos
da China: Em fevereiro de 2026, chegou o
último lote de trilhos necessário para a conclusão da montagem da linha
férrea.
- Fase
2 (Piauí): A etapa de Paes Landim a
Eliseu Martins (PI) está em fase inicial de infraestrutura.
Histórico e Contexto:
- Início: As
obras começaram oficialmente em 2006, com previsão inicial de entrega para
2010.
- Custos: O
custo estimado saltou de R$ 15 bilhões.
- Extensão: O
projeto foi reduzido de mais de 1,7 mil km para cerca de 1,2 mil km.
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