quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

AS DORES DO CRESCIMENTO

Por THEODIANO BASTOS

45 anos depois releio a extraordinária obra de KAREN HORNEY “NEUROSE E DESENVOLVIMENTO HUMANO” que li em 1977 e me detenho no capítulo que trata do Ódio e desprezo por si mesmo, págs. 121 a 168

Ela fala do orgulho neurótico, do voo em busca da glória, da batalha interior.

“A melhor maneira de descrever a situação é falar em termos de duas pessoas: existe a criatura única, ideal, e existe o estranho onipresente (o “eu” verdadeiro), que está sempre se intrometendo, embaraçando e perturbando, o conflito entre ele o estranho”.

Ela cita o poeta alemão Christian Morgenstern que definiu de maneira concisa, a natureza do ódio a si próprio no seu poema (Dores do Crescimento).       

O poeta conseguiu descrever o processo todo em poucas linhas, continua Karen Horney diz que podemos nos odiar com um ódio enervante e tormentoso; um ódio tão destruidor que nada podemos contra ele e que é capaz de nos destruir psiquicamente. E diz mais: afirma que não nos odiamos porque somos indignos, mas porque somos compelidos a ultrapassar os nossos próprios limites. O ódio, diz ele, resulta da discrepância que existe o que poderia ser e o que sou realmente. Não se trata, pois, penas de uma brecha, como falamos, mas de uma guerra cruel e assassina.

“São espantosas a força e a tenacidade do ódio a si próprio, mesmo para o analista, que está familiarizado como seu “modus operandi”, adverte. https://www.google.com/search?q=neurose+e+desenvolvimento+humano%2C+karen+horney&oq=neurose+e+desenvolvimento+humano%2C+karen+horney&aqs=chrome..69i57.16549j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

MESTRADO DE DANIEL PORCEL BASTOS

 

Dissertação de Mestrado de nosso neto Daniel Porcel Bastos. na Universidade Complutense de Madri.  

Tema do mestrado:                                                                      

 Entre triunfos e limitações: uma mirada regional às autonomias indígenas a partir das experiências da Nicarágua, Colômbia e Bolívia. 

Observem que na Espanha mudam o nome das pessoas e lá seu nome é Daniel Pocel Freire. na Na Espanha o primeiro nome é 2o sobrenome do pai e depois o da mãe, assim o Bastos não aparece....

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

ÓVINIS NO BRASIL: NÃO ESTAMOS SÓS

Por THEODIANO BASTOS


Você acredita que possa haver vida em outro planeta? Ou que extraterrestres podem já ter visitado a Terra? 

19 DE MAIO DE 1986, a noite em que 21 óvnis invadiram o espaço aéreo brasileiro e foram perseguidos por caças da FAB

Fenômeno, "um dos mais importantes casos de ufologia mundial e com o maior número de testemunhas em todo o planeta", continua despertando curiosidade quase quatro décadas depois de ter acontecido.

Peço que os leitores acessem o site que segue e leiam com atenção: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/01/a-noite-em-que-21-ovnis-invadiram-o-espaco-aereo-brasileiro-e-foram-perseguidos-por-cacas-da-fab.shtml  Este texto está nos blogs: theodianobastos.blogspot.com.br, ongcepaes.blogspot.com, ongcepaes.blogspot.com.br e no Facebook

Mais de 700 registros de aparição de Ovnis no Brasil

Os documentos estão disponíveis fisicamente, mas podem ser acessados, de forma virtual, por meio do Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN)

Mais de 700 registros de aparição de Ovnis no Brasil

Os documentos estão disponíveis fisicamente, mas podem ser acessados, de forma virtual, por meio do Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN)

 Você acredita que possa haver vida em outro planeta? Ou que extraterrestres podem já ter visitado a Terra? É no intuito de responder essas e outras perguntas que os profissionais da Força Aérea Brasileira (FAB) guardam relatos, áudios, fotos e vídeos de Objetos Voadores Não Identificados (Ovnis) feitos por civis e militares. Esses documentos são enviados para o Arquivo Nacional (AN), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, que além de guardá-los, cuida da preservação e os deixa acessíveis ao público.

O Arquivo Nacional tem hoje em seu acervo 743 registros sobre a aparição de Ovnis no Brasil. Isso não quer dizer que foram vistos 743 discos voadores e sim qualquer objeto no céu que não foi possível descobrir de imediato sua origem natural. Ou seja, um Ovni nesse caso pode ser um drone, uma estrela, um satélite, um balão meteorológico ou até mesmo um fenômeno natural.

Entre os registros do AN, a primeira ocorrência é de 1952 e a última, de 2016. Os arquivos estão disponíveis para qualquer pessoa, que pode visitar a unidade do AN, em Brasília, ou acessá-los pela internet, no site do Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN), onde todos estão digitalizados. 

https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/mais-de-700-registros-de-aparicao-de-ovnis-no-brasil

 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

O PODER DA CHINA: A PROFECIA DE NAPOLEÃO SE CONCRETIZOU.

Por THEODIANO BASTOS


QUASE 200 ANOS, em 1816, Napoleão Bonaparte afirmou que a China não estava condenada à decadência. 

"Quando a China acordar, o mundo tremerá", disse e consta no célebre livro de Alain Peyrefitte, onde profetizava que os chineses, por serem tantos, acabariam inevitavelmente por dominar o mundo. http://farpasblogue.blogspot.com/2020/03/quando-china-despertar-o-mundo-tremera.html) 

A CHINA ENCANTA E ASSUSTA.

Sinto fascínio pela China e por isso ando estudando a fundo e assistindo muitos vídeos documentários de diversas cidades em impressiona o esplendor a pujança dessas cidades.

A INVASÃO CHINESA NO BRASIL está em andamento?

Os ensinamentos de Sun Tzu (544-496 a.C.), general, estrategista de guerra e filósofo chinês, a quem é atribuída a obra “A Arte da Guerra”, um tratado filosófico/militar no qual reuniu estratégias e táticas militares para vencer o inimigo estão sendo aplicados pela China para alcançar a hegemonia no mundo, não tenhamos dúvidas.  Peço que os leitores assistam com atenção os documentários que seguem: https://www.youtube.com/watch?v=4CQVnDlkYjY e https://www.youtube.com/watch?v=riKrQcWaRoo

 

sábado, 8 de janeiro de 2022

COVID 19, TESTE USA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E DÁ RESULTADO NA HORA

 


O Prof. TEODIANO BASTOS FILHO autor do equipamento QUE DÁ O RESULTADO NA HORA

 
Este é o nosso novo equipamento para inferir (através de inteligência artificial) a contaminação por COVID-19 através da medição de sinais de tosse, pressão arterial, frequência cardíaca e nível de saturação de oxigênio.  
Vamos de imediato vender este equipamento para os nossos parceiros de pesquisa: México, Equador e Peru. Ainda estamos em tratativas com o governo e clínicas privadas para venda no mercado nacional.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE. Ao contrário das universidades dos Estados Unidos e de outros países que dividem com os pesquisadores os valores de inventos comercializados, aqui no Brasil não dão um tostão para os pesquisadores. O Prof. Teodiano, por exemplo, não receberá um centavo sequer na venda do equipamento, apesar de liderar a equipe de pesquisadores.  

A patente tem de ser registrada no INPI em nome da UFES. Por isso ela receberá 33% do valor da venda do equipamento e igual valor será destinado ao laboratório para comprar equipamentos e os 33% restantes são para a empresa que comercializa.  https://teodianobastoslab.net/

 

 




REABILITAÇÃO PÓS-AVC

 

O Prof. TEODIANO BASTOS FILHO, (https://teodianobastoslab.net/), da UFES, desenvolve pesquisa que mede o progresso da reabilitação de membros superiores de pacientes pós-AVC e testa equipamento no Centro de Reabilitação Física do Espírito Santo.

(https://saude.es.gov.br/centro-de-reabilitacao-fisica-do-espirito-santo-crefes)

 

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

‘CRESCIMENTO SEM EMPREGO VEIO PARA FICAR’

 

, diz sociólogo italiano Domenico De Masi

Criador do conceito de 'ócio criativo' defende a redução das horas de trabalho e a renda básica universal

O crescimento econômico sem emprego — a capacidade de produzir cada vez mais bens e serviços com cada vez menos trabalho humano — é uma das tendências do mundo do trabalho evidenciadas pela pandemia que vieram para ficar, avalia o sociólogo italiano Domenico De Masi.

Criador no início dos anos 2000 do conceito de "ócio criativo" — a ideia de que o justo equilíbrio entre trabalho, estudo e descanso favorece a capacidade inventiva —, De Masi opina que a única maneira de evitar que o desemprego aumente de forma incontrolável é reduzir as horas de trabalho à medida em que a tecnologia avança.

O sociólogo também defende o Estado de bem-estar social e políticas de renda básica universal, num mundo onde o emprego é cada vez mais instável.

"É cada vez mais frequente uma experiência de trabalho composta por múltiplos empregos que se sucedem e se entrelaçam, intercalados com períodos de desemprego; empregos temporários, "gig economy" [economia dos aplicativos], contratos periódicos", enumera De Masi.

"Isso induz todos os trabalhadores a um sentimento de precariedade", diz o sociólogo.

"Uma vez que o tempo para encontrar trabalho, ou reencontrá-lo, será mais longo, nos interstícios, será necessário que todos tenham a garantia de uma sobrevivência digna, assegurada através de uma renda básica de cidadania e, posteriormente, de uma renda universal", defende.

O BRASIL ESTÁ SOZINHO CONSIGO MESMO

"Depois de ter copiado a Europa por 450 anos e os Estados Unidos por mais de 50 anos, agora que ambos os mitos-modelos estão em profunda crise, o gigante latino-americano está sozinho consigo mesmo, enfrentando seu futuro", diz De Masi, sobre o Brasil.

"Esta é uma situação inquietante, que pode se dissolver em confusão ou pode gerar o modelo sem precedentes que o mundo precisa. Acredito firmemente nessa segunda hipótese."

Confira os principais trechos da entrevista concedida por Domenico De Masi à BBC News Brasil.

O sociólogo participou em novembro do evento Seminários Cultura e Democracia, organizado pelo Instituto Cultura e Democracia, Fundação Friedrich Ebert Brasil e Fundação Perseu Abramo. A tradução do italiano é de Marcella Ferr.

BBC News Brasil - Quais são, na sua avaliação, as mudanças mais importantes no mercado de trabalho causadas pela pandemia?

Domenico De Masi - Após a pandemia, e por causa dela, o mercado de trabalho sofrerá mudanças significativas. O lockdown prolongado tornou necessário fechar muitos negócios e, portanto, tem causado uma redução acentuada em suas atividades e a falência das empresas mais frágeis, com a consequente demissão de toda ou parte de sua força de trabalho.

Enquanto isso, as empresas que tinham capital para investir adotaram novas tecnologias, substituindo o trabalho humano. Por fim, a disseminação do trabalho remoto, permitindo que milhões de pessoas trabalhassem em casa, possibilitou reduzir o uso de veículos, combustíveis e refeitórios de empresa etc., causando desemprego nesses setores.

Enquanto isso, a grande transformação do trabalho que começou há 200 anos continuou.

Os operários, que no início do século 20 representavam a grande maioria da população ativa em todo o mundo industrializado, agora, substituídos por máquinas eletromecânicas e robôs, foram reduzidos a apenas um terço; outro terço é composto por funcionários, por sua vez, substituídos por computadores; outro terço, por fim, é representado por trabalhadores criativos: executivos, gerentes, dirigentes, empresários, profissionais, cientistas, artistas.

O que está claro para nós também hoje é que a pandemia ama bilionários.

Em 2020, de acordo com o Índice de Bilionários da Bloomberg, a fortuna total dos 500 mais ricos do mundo cresceu 31% em relação ao ano anterior.

Os operários, que no início do século 20 representavam grande parcela da população ativa no mundo industrializado, foram substituídos por máquinas eletromecânicas e robôs, observa De Masi

BBC News Brasil - Quais dessas mudanças devem se tornar permanentes?

De Masi - Nos últimos anos, a oferta de mão de obra cresceu porque a população mundial aumentou, mas a demanda diminuiu devido ao progresso tecnológico.

O trabalho que as máquinas nunca poderão tirar do homem é o de natureza cognitiva e criativa.

É fácil prever que, para os responsáveis pelas tarefas executivas, sejam eles trabalhadores manuais ou administrativos, as horas de trabalho semanais serão progressivamente reduzidas, enquanto seu tempo livre aumentará.

Graças ao trabalho remoto, o trabalho vai se desconstruindo cada vez mais no tempo e no espaço; para os trabalhadores criativos, o limite entre o trabalho e o não trabalho será cada vez mais tênue, dando vida àquela ociosidade criativa em que estudo, trabalho e lazer coincidem.

O trabalho remoto representa um primeiro passo na revolução histórica que está mudando nossa vida profissional e familiar: uma revolução que continuará mesmo após a pandemia e que ninguém poderá impedir.

Em dezenas de organizações, a experiência do trabalho remoto realizada forçosamente nos últimos meses tem sido acompanhada por pesquisas sociológicas para monitorar seus efeitos.

A maioria dos chefes entrevistados diz que a produtividade geral de seus funcionários aumentou, e a maioria dos trabalhadores diz estar disposta a continuar trabalhando remotamente mesmo após a pandemia.

Quanto ao comércio eletrônico, durante a pandemia, ele cresceu exponencialmente.

Antes do início da pandemia, a Amazon valia US$ 916,2 bilhões; após um ano, valia US$ 1,6 trilhão. Em 2020, Jeff Bezos, dono da Amazon e o homem mais rico do mundo, faturou US$ 8,99 bilhões por mês. Sua fortuna pessoal passou de US$ 115 bilhões em 2019 para US$ 196 bilhões em 2020.

Se distribuísse apenas uma parte desse valor, dando um bônus de US$ 10 mil para cada um de seus 840 mil funcionários no mundo, talvez ele nem percebesse.

AFPJeff Bezos, dono da Amazon e homem mais rico do mundo, viu sua fortuna pessoal passar de US$ 115 bilhões em 2019 para US$ 196 bilhões em 2020, com o avanço do comércio eletrônico na pandemia

BBC News Brasil - Qual será o papel da renda básica universal neste novo mundo?

De Masi - Durante dois séculos, a sociedade industrial se concentrou na segurança: o jovem de 18 anos que entrava numa empresa sabia que permaneceria lá até a aposentadoria e sabia de antemão os anos de aumento do seu salário e a progressão de sua carreira.

Com o triunfo da economia neoliberal, a partir dos anos 1980, sob [o presidente americano Ronald] Reagan e [a primeira-ministra britânica Margareth] Thatcher, o fenômeno da precarização se acentuou e os riscos aumentaram.

Para quem trabalha, aumentou a insegurança, a duração e intensidade do trabalho, a flexibilidade, a multiatividade, a informalidade e a descontinuidade. Para quem não trabalha, aumentou a precariedade e a miséria, a desorientação e a depressão.

Costuma-se dizer que, para erradicar a pobreza, é necessário crescimento econômico.

Primeiro Reagan e depois Bush pai [o presidente americano George H. W. Bush] implementaram as ideias neoliberais dos economistas [Simon] Kuznets e [Arthur] Laffer de que os impostos dos ricos deveriam ser reduzidos para incentivá-los a investir e, ao mesmo tempo, desencorajá-los de sonegar impostos. Dessa forma, essa riqueza crescente beneficiaria os pobres, aliviando sua condição.

Em vez disso, a história mostra que o número de pobres aumenta, mesmo quando a riqueza cresce, porque sabemos como produzir riqueza, mas não sabemos, ou não queremos, distribuí-la.

Portanto, se queremos evitar que a pobreza se traduza em conflito e que o conflito transborde para a violência, devemos recorrer ao Estado de bem-estar social.

BRASIL COMO EXEMPLO PARA O MUNDO

BBC News Brasil - Em 2013, em seu livro O Futuro Chegou, o senhor citava o Brasil como um exemplo para o resto do mundo. Agora, o Brasil é considerado um contraexemplo, por suas ações durante a pandemia e na questão ambiental. Onde as coisas deram errado?

De Masi - Como disse Tom Jobim: "O Brasil não é para amadores". Apenas amadores podem pensar que o regime de Bolsonaro será duradouro e que o modelo cultural brasileiro pode ser alterado em quatro anos.

Esse modelo, como observei no livro O Futuro Chegou, e como explicaram os grandes antropólogos brasileiros, é feito de mestiçagem, sincretismo, alegria, sensualidade, simpatia, hospitalidade, solidariedade, esperança e beleza.

É, portanto, um modelo de humanismo corporal, precioso para toda a humanidade.

É um imenso patrimônio de livros, pesquisas, reportagens, monumentos, pinturas, filmes, fotografias, além de lugares e objetos, que cobrem o período de muitos séculos densos de obras, descobertas e invenções.

O brasileiro é informal, trabalha em mangas de camisa e sabe atuar em grupos, é fluido em seus processos de tomada de decisão, não tem preconceitos ideológicos, aprende fazendo, tende a combinar trabalho com diversão, presta serviços de forma atenciosa, afável, afetuosa.

BBC News Brasil - É possível para o Brasil "reinventar seu futuro"?

De Masi - Não só é possível, é certo! Pessoalmente, acredito que, assim que esse infeliz parêntese do governo Bolsonaro acabar, o modelo de vida e sociedade historicamente elaborado pelo Brasil retomará toda sua vitalidade.

Seu sucesso no mundo, é claro, dependerá da capacidade dos brasileiros de se mobilizar, organizar, agir com mais racionalidade sem perder a simpatia, modernizar sem comprometer a sustentabilidade, de ser, talvez, menos improvisadores, sem perder a criatividade.

Depois de ter copiado a Europa por 450 anos e os Estados Unidos por mais de 50 anos, agora que ambos os mitos-modelos estão em profunda crise, o gigante latino-americano está sozinho consigo mesmo, enfrentando seu futuro.

Esta é uma situação inquietante, que pode se dissolver em confusão ou pode gerar o modelo sem precedentes que o mundo precisa.

Acredito firmemente que essa segunda hipótese se realizará e que o Brasil retomará sua jornada de grande democracia, alimentada pelo humanismo e pela criatividade.

Leia mais em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59528264